segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Maico Jeca - parte 5









Bruce Swedien, engenheiro de som, trabalhou em todos os álbuns solo de Michael. Autor do livro In the Studio with Michael Jackson



O novo livro enfoca os aspectos técnicos e criativos das produções de estúdio de Jackson e oferece mais de 100 fotos, incluindo muitos colaboradores de Jackson no trabalho em estúdio, assim como artistas e outros. Também tem fotos do estúdio e dos equipamentos utilizados pelas sessões de Jackson, além de dezenas de notas manuscritas do artista e outras nunca antes vistas.

"Eu imagino que haverá pessoas que vão dizer que sou um oportunista que escreveu um livro após a morte prematura de Michael, e eu não fiz" disse Swedien", "Eu tenho trabalhado no livro há vários anos, e é tudo sobre meu trabalho com Michael. A resposta tem sido incrível. Eu não tinha ideia de que havia muitas pessoas interessadas no que tínhamos feito, mas elas estão interessadas! Embora o livro estivesse em produção por muitos anos, nós não antecipamos seu lançamento, coincidiu com os últimos acontecimentos."

O livro faz parte de memórias episódicas, da referência técnica, e pinta um retrato vívido de Michael Jackson como artista. Eu não acho que as pessoas perceberam o quão grande era a parte musical dele. ''GRANDE'', é expressão suave, ele tinha paixão pela música. Eu tenho trabalhado com as principais forças na indústria da música e eu acho que Michael chegou ao topo, e eu achei que ficaria incompleto se não dissesse algo sobre isso em detalhes." 

Ele se recorda de como foi gravar Thriller: "Quando começamos a 'Thriller', o primeiro dia em Westlake [o estúdio em Santa Monica Boulevard, onde o álbum foi gravado], estávamos todos lá e Quincy [Jones, o produtor] andou em seguida por mim e pelo Michael e Rod Temperton e alguns das outras pessoas. Quincy se virou para nós e disse, 'OK pessoal, estamos aqui para salvar a indústria fonográfica. Agora que é uma responsabilidade muito grande -, mas ele quis dizer isso. E é por isso que os discos, e, especialmente, 'Thriller', tem o som tão incrível. A coisa básica é, todo mundo que estava envolvido deu 150 por cento... Quincy como um diretor de um filme e eu sou como um diretor de fotografia.

Eu tentei todos os tipos de coisas com Michael - por exemplo, ele iria cantar a parte vocal principal e então eu pedi-lhe para se afastar do microfone e fazê-lo uma terceira vez, o que realmente mudou a acústica da sala assim que deu voz de Michael, um personagem único... Nós gravamos alguns dos vocais de fundo na tenda do chuveiro em Westlake.

Quando nós estávamos gravando, Michael voltou para casa, ficou acordado a noite toda, e memorizou cada um dos demos. Ele nunca teve um pedaço de papel na frente dele. Você pode acreditar nisso? Eu não lembro de ter gravado Michael com a letra em frente a ele, ele sempre tinha as letras na memória, o que é bem interessante, e eu desafio as estrela pop de hoje a fazerem isso. Eu não penso que consigam. Michael fazia."








Fonte (parcial):
http://mjneverland.ptforuns.com/viewtopic.php?f=15&t=95

Baby Michael... *-*



Michael aos 5 meses!

Depoimento do diretor de cinema Rob Cohen, que conheceu Michael Jackson em Nova York em 1978, enquanto trabalhava na produção de “The Wiz”.

Michael Jackson era tão compreensivo com outras pessoas e todas as coisas vivas, que é realmente o que eu mais lembro de Michael, mais que sua dança e canto. Quando você conversava com Michael, você realmente sentia que ele estava sentindo o que você estava sentindo. Eu nunca vi aquilo antes.

Lembro-me de uma noite fazendo uma sessão de gravação de “Ease On Down the Road”, e Quincy Jones estava no estúdio que estabelece as faixas. Michael estava lá com Diana e Diana estava cantando sua parte, e depois era como “OK, Michael, vamos fazer sua parte”. Michael fez um riff de "Ease on Down the Road”, com sua doce voz angelical, os olhos de Quincy ficaram iluminados, eu nunca vou esquecer. Era como assistir a um leopardo olhando uma cabra. Quincy era como, “O quê?” E a partir desse momento, os dois estavam unidos, e logo passou a fazer “Off The Wall” em conjunto e, em seguida, “Thriller”, e tudo começou ali, naquele momento.

Ele amava Nova York. Nós pegamos ele e Latoya em um apartamento no Central Park West e às vezes eu ia buscá-lo ou deixá-lo e eu sempre o via com toneladas de caixas de água mineral Perrier. Eu disse, finalmente, “Michael, o que você faz com todos os Perrier?”, ele disse: “Eu gosto de tomar banho nela. Eu gosto de bolhas!”
De vez em quando eu o levava comigo para o Studio 54, em uma noite de fim de semana, e nós sempre íamos com um grupo grande de modelos e ele saia e dançava, ele simplesmente incendiava o lugar. Ele já tinha esses movimentos, sabe? Ele não inventou-os apenas para seus vídeos.
Ele não tinha ideia do efeito que ele já tinha sobre as pessoas. Nós voltávamos na limusine com ele no final da noite e eu dizia: “Michael, você sabe que poderia ir para casa com essa garota, ou você poderia ir para casa com aquela garota. Porque você não levou uma dessas meninas para casa com você?”. Sabe, ele nunca saia com ninguém, ele só ia e dançava. E ele dizia: “Realmente, você REALMENTE acha que elas gostam de mim?”

Meu, esse cara parece o Vin Diesel né?

Tanto é que quando eu salvei essa matéria e ainda não tinha lido, 
eu falei: Caraca, é o Vin Diesel!
Ou será que é o Vin Diesel e colocaram foto errada??



Fonte: eternomichaelj 

Larry Nimmer



'Durante o julgamento, eu estava sentado na sala de espera (a espera de depor) e havia uma pequena janela, onde eu podia ver as pessoas indo e vindo no corredor. Eu vi o que eu pensava ser um escoteiro. Fui até a janela e, com certeza, era Michael em um de seus casacos com botões em estilo militar ao lado. Então, eu saí para o corredor e ele voltou em um momento.

Eu apenas disse 'Oi' e ele disse 'Oi, como vai você? " Ele me deu um sorriso muito lindo, mas também parecia ser uma espécie de sorriso triste para o que ele estava passando no momento. Eu não posso imaginar o quão terrível foi enfrentar seus acusadores, todos os dias depois de ele ter ajudado tanto aquela família. Eu testemunhei durante dois dias, porque não terminou no primeiro dia.

Cada dia, quando me sentava, Michael me cumprimentava colocando as mãos em oração e curvando-se com um sorriso doce para mim. Eu não falava muito com ele, exceto para dar um ¨oi¨ e lhe agradecer, mas eu podia ver o tipo de homem ele era, e ele deve ter tido muita força interior para ser capaz de enfrentar toda aquela negatividade.

Ele era mais alto do que eu pensava e ele andava como um dançarino, como se houvesse um tipo de luz em seus pés. (...) Eu estava realmente feliz por ser capaz de ajudá-lo da maneira que eu fiz. Eu acho que o vídeo de Neverland que eu fiz, pôde ajudá-lo. Eu tinha algumas atribuições interessantes - uma delas era a de mostrar sua coleção de livros em casa, porque a promotoria tentou alegar que Michael teria um livro de arte com imagens de alguns meninos nus. Então, eles também mostraram algumas estátuas na propriedade onde há alguma nudez (...)

Em termos de livros, Michael tinha algo como 10 a 20 mil livros em sua casa. Passar por todos aqueles livros e encontrar apenas um livro de arte que tinha alguma nudez nela, mostra que Michael não estava focado nisso. O que eu fui capaz de mostrar em sua coleção de livros foi a série de livros que ele tinha. Michael mesmo disse que ele era um leitor voraz e amava estudar assuntos diferentes. Assim, os livros eram sobre o show business, magia, religião, cristianismo, livros sobre educação infantil e ele também tinha um monte de clássicos. Ele apreciava os autores do passado. Então, foi bom ver este aspecto de Michael.

Por sorte, os jurados também viram este aspecto e o declararam inocente. Eu estava um pouco nervoso depois da exibição do meu documentário, que os magistrados pudessem vir atrás de mim, porque, de certa forma, meu documentário não passava uma boa imagem deles, em particular Thomas Sneddon. Mas eles têm atuado profissionalmente desde então e não me incomodaram.'
by Larry Nimmer (cineasta americano, em depoimento a Valmai Owens)

Fonte: http://mjtpmagazine.presspublisher.us

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Leiam!

Oi Gente! eu vou fazer um pedido pra vcs. Uma amiga minha, de um blog que eu amo muito (clique aqui pra ir pra lá, vale a pena!! SÉRIO! é muito legal =D ) postou e certamente é um assunto que pra ter solução, depende de cada um de nós ok? 
Dessa vez o assunto não é Michael Jackson, mas outra coisa.

LEIAM, É IMPORTANTE FALOU? XD
Há, e essa postagem é dela, eu não escrevi nada ok?



Pessoas, eu quero muito dar esse toque pra vocês. Os tigres estão sendo tão explorados, em especial na China, que em cem anos de exploração, agora só restam cerca de 3.200 tigres!

|Cerca de 200 a 300 tigres são mortos por ano na Índia.|

Os tigres são mortos inclusive pela sua carne, porém, são os ossos e as peles que estimulam a economia do tráfico. Há uns meses, aliás, ano passado, eu assisti um documentário da NatGeo,
com o título de: "O Tráfico Ilegal de Tigres",
e me surpreendi com muito do que vi.

|Uma pesquisa conduzida pela WWF em 2008
descobriu que existem no Nepal apenas 121 tigres adultos
em idade de procriação.|

O documentário é muito interessante, e com a ajuda dos Agentes Secretos Da EIA (Agência De Investigação Do Meio Ambiente), é possível ver o cuidado que se deve ter nesse tipo de investigação, pois os criminosos podem ser bem perigosos.

|O Vinho é feito a partir dos ossos/carcaças de tigres e aqueles que bebem o vinho, acreditam que a bebida os tornam fortes.|

Vou citar algumas partes do documentário:

•A pele dos tigres é tida como um poderoso símbolo de status, os ossos são tidos como potentes medicamentos.
•Alguns consideram sua carne uma iguaria e até o pênis do tigre é comercializado como um afrodisíaco exclusivo.
•Dentes de tigres são vendidos como amuletos.
Muitos chineses ainda acreditam que dentes de tigres têm
poderes mágicos de proteção.
•Em uma loja, cada dente saía por $700.
•Um traficante que dizia ter mais ossos, pediu para que o investigador depositasse $400 apenas para ver os ossos.
•A população desse felino na China, diminuiu para menos de 40. Enquanto que na Índia há aproximadamente 1.400 animais.
•O preço da pele de um tigre praticamente intacta,
custava cerca de 20 mil dólares.

Recomendo muito que assistam a esse documentário.
O link está no final do post.

Então eu gostaria muito que você caro leitor, participe de uma petição contra o cativeiro de tigres, em particular na China, para acabar com essa exploração terrível.
Para assinar a petição é só entrar nesse site: www.bantigertrade.com
e preencher os dados necessários:


Vale lembrar que isso vale também para outros felinos em apuros. Eu já assinei e você também pode. É rápido, não custa nada e os tigres agradecem. Da última vez que visitei o site, o número de assinaturas era de: 36,815!
Então vamos lá, assine e divulgue também!


Link do documentário no Youtube: Parte 01-04


Tá ai gente!

Façam isso, assinem a petição, não custa NADA,
absolutamente NADA!!!
Façam isso!

Segue lá gente, não custa nada tbm!
Tá aqui:


Bjos pra todos!!!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Maico Jeca - parte 4








ELE FARIA SIM!

HE WOULD MAKE IT YES!


25 de junho de 2009, o mundo parou perplexo, diante da terrível e inesperada notícia: Michael Jackson se foi. Fãs desesperados e incrédulos correram para os portões da mansão que ele habitava, outra multidão para os portões do UCLA, aonde seu corpo foi levado... Tarde demais: Peter Pan criou asas.
This Is It, apenas um sonho que não vingou. Ingressos nas mãos sem ter para onde ir. Acabou.
Perplexidade e dor, incredulidade e dor, desesperança e dor. Um caixão dourado, uma família de preto, fãs com a alma em luto: Acabou. O doce menino de Gari, a tempestade de asas nos pés, o coração do tamanho do mundo... Acabou.
O tempo passou e começou-se a perceber que algumas coisas não batiam. Uma parada respiratória provocada pela aplicação de anestesia geral, em casa, sem entubar, por um cardiologista que não sabe fazer ressuscitação e que omitiu socorro ao paciente, demorando duas horas para chamar uma ambulância. Assassinato. A única foto do corpo, uma montagem. Alarme de incêndio no hospital evacuou o prédio. Aeroporto de Los Angeles fechado por duas horas para liberar um voo secreto... Tudo isso em uma única tarde.
Um corpo que ninguém viu, um enterro que ninguém assistiu, um assassino que não vai preso, um atestado de óbito assinado por La Toya, documentos oficiais grafados com nome diferente do nome civil... Os fãs e a imprensa deliberadamente afastados de tudo.
E daí surgiu a dúvida... Ou a certeza... Não sei bem. Enquanto a grande maioria chora a saudade e a indignação pelo assassinato do ídolo, uma minoria parece que encontrou a chave do segredo e da felicidade: A falsa morte.
Quero deixar claro que essa é minha opinião e a de um grupo de fãs pesquisadores, acostumados a escarafunchar a verdade em meio a um emaranhado de falácias. Não acreditar em tudo que vê e ouve é nosso lema e não é possível aceitar racionalmente tantas evidências absurdas e nenhuma evidência concreta.
Mas Michael não faria isso com seus filhos e seus fãs... Ah, faria sim! E faria por que existe uma causa muito maior do que as mazelas individuais. Seus filhos foram criados focando a força, o caráter e a determinação do pai. Os fãs foram instruídos na diretriz do seu carisma e o seguirão onde quer que vá e o que quer que faça.
Durante décadas ele gritou as misérias humanas pelos quatro cantos do Planeta e pediu socorro para o que estava acontecendo. Mas ninguém o ouviu. As pessoas ouviam a mídia: excelente dançarino, racista, pedófilo, excêntrico, polêmico, bizarro, homossexual... Era só isso que as pessoas ouviam e boa parte delas acreditava. Teve até fã que acreditou! A mídia só queria escândalo para vender. Não tinha escândalos. E ela inventava. Nem uma palavra da sua grande obra humanitária, do seu caráter reto, da sua honestidade, da sua humildade, da sua gentileza... Enfim, nem uma palavra sobre MICHAEL, mas todas sobre JACKO.
Até nós, fãs, achávamos lindas as músicas, mas o que nos empolgava era aquele semi-deus nos palcos do mundo, fazendo o céu baixar à terra e nos arrebatar na sua magia. Fazíamos alguma coisa além de admirá-lo? Não. Só começamos realmente a "trabalhar" durante o julgamento de 2003-2005, quando fomos para as ruas dar a-cara-a-tapa, bancar amor e apoio a quem estava processado por pedofilia.
Hoje, depois que ele silenciou, quantos trabalhos já frutificaram por aí? Quantos blogs, quantos fóruns, quantas ONGs... (Salve o Mundo, Amigos do Mundo, etc.) Isso aqui no Brasil, vai saber em outros países!
Ele nos provocou um choque como quando a gente fica órfão e a ficha cai: "agora estou sozinho no mundo e tenho que bancar minha própria vida e a vida daqueles que dependem de mim. Não tenho mais colinho!" E nos soerguemos fortes e decididos.
É isso que Michael quer com seu silêncio: que descubramos a nossa força e a empreguemos de forma útil, ou seja, em favor da vida no Planeta. Lembremos que o ser humano é a única espécie que destrói a si própria e ao seu habitat.
Na atual agonia do Planeta, ele teve que tomar uma atitude radical: SILENCIAR PARA SER OUVIDO! Escancarou na imprensa quem ele realmente é (depoimento dos amigos, entrevistas revelando intimidades, abertura dos arquivos do FBI, enxurrada de fotos e vídeos do homem Michael e, principalmente, do Pai Michael). E "morreu". Silenciaram-se um pouco os boatos, as intrigas e evidenciaram-se a mensagem e o filantropo Michael Jackson. A mídia começou a publicar artigos e depoimentos falando bem de Michael, pessoas começaram a mudar de opinião sobre ele e prestaram mais atenção à sua música.
O Planeta não tem tempo para esperar... Era preciso agir. E ele agiu. Durante quarenta anos ele treinou os seus “soldados”. Vamos ver agora, quando ele voltar e voltar diferente, quem é que realmente vai vestir a farda e ir para o front com ele, pois, quem vai voltar pode não ser o Michael dos palcos, e a turnê pode não ser de música.
Ao mesmo tempo, com a falsa morte ele prova que a multidão é cega e facilmente manipulável. Ninguém viu corpo, ninguém viu foto, ninguém viu o enterro, mas a mídia disse que o Michael morreu, então o Michael morreu... Então o Michael é pirado... Então o Michael é homossexual... Então o Michael é racista... Então o Michael é pedófilo...
Todas as evidências são absurdas, mas o que vale é o que a mídia disse, seja em 1993, seja em 2003-2005, seja em 2009. Ninguém duvida, ninguém questiona, ninguém busca a verdade... Apenas aceita o que a mídia diz.
E a própria mídia se deixa manipular porque o que interessa não é a verdade e sim a polêmica. A verdade não dá o mesmo impacto que dá a polêmica e como o que interessa é audiência e vendagem... Sinônimo de dinheiro...
Tudo se repete: um negro acusado por um crime que não cometeu é rotulado de assassino, é pré-julgado e pré-condenado antes mesmo de um processo judicial a que tem direito qualquer cidadão do Planeta. Um cardiologista mata seu paciente aplicando-lhe anestesia sem os requisitos básicos, não sabe fazer os procedimentos médicos de sua especialidade e ainda omite socorro... Outro negro, que sempre pautou sua vida pela honestidade e integridade de caráter, que sempre homenageou sua raça negra na batida de sua música e no estilo de sua dança, que nunca se tornou um fornicário contumaz - a grande tara dos tempos atuais, que sempre espalhou o Bem com suas atividades humanistas, inclusive lhe rendendo títulos e prêmios por isso, que ofereceu apoio e carinho aos pequenos desvalidos ou não..., É taxado de pirado, de racista, de homossexual, de pedófilo... EM AMBOS OS CASOS, EVIDÊNCIAS ABSURDAS SENDO ACEITAS COMO IRREFUTÁVEIS, INQUESTIONÁVEIS... E O POVO ENGOLE!
Existe uma história por trás da História, mas a massa não quer saber: Acusa, julga e condena apenas pelas aparências, tendo como foco o poder manipulador da palavra e da imagem... Nunca da essência das coisas e das pessoas.
Michael jamais faria isso por dinheiro, mas o faria sim por AMOR. Na letra de This Is It ele diz: "Eu sou luz para o mundo". Isso na década de 80, quando a música foi composta. Michael sempre soube quem é e para quê veio. Os cristais sempre sabem quem são.
Esse nosso missionário cósmico, como todos os missionários, sacrificaria sim a si mesmo e a quem quer que fosse para realizar sua missão, por que existe um benefício maior do que os benefícios pessoais: existe um propósito universal.
"You will be there for him?"... Os soldiers estarão... Os fãs, eu não sei! Ser fã de Michael é diversão... Ser soldado de Michael é missão... E missão impõe sacrifício e dor.

Fonte:

Sessão Cute!!! *____* - parte 1 (3 imagens)





Já Tivemos o suficiente - 'We've Had Enough'


'We've Had Enough' (Tivemos o Bastante), a maravilhosa 'We've Had Enough', não é mais um desabafo sobre o linchamento que Michael Jackson vem sofrendo nas mãos dos neoconservadores, falsos moralistas e fundamentalistas que detêm o poder da América. Embora seja universal, no atual contexto, ela é sim um desabafo sobre o que o mundo todo vem sofrendo nas mãos desses republicanos de Bush, que tratam gente "esquisita" com algemas e bombas.

Como estamos falando de Michael Jackson, não espere a banalidade de versos como "nós queremos paz" ou "a América mente". A música mais política da carreira de Michael Jackson, sim esqueça 'They Don't Care About Us', não carrega bandeiras políticas explícitas ou levanta bordões anti-Bush. Michael Jackson é o contador de estórias do mundo contemporâneo. Como os sábios de séculos ou mesmo milênios atrás, ele faz sua crítica com parábolas e causos. Foi assim quando ele dançou seus sonhos em forma de livro, por exemplo. (referente ao livro Dancing The Dream).

Em 'We've Had Enough', ele nos leva a imaginar como um pai contaria a uma criança sobre a morte da mãe em um ataque militar e vice-versa. Há algo mais simples e direto do que esse apelo? Há alguma ideologia que se sobreponha à crua constatação de uma vida interrompida, justificando momentos assim?

Como me disse em conversa, nosso ex-diretor e meu amigo Alvaro Zanotti, estes versos que retratam inocentes pedindo uma explicação sobre a orfandade provocada pela guerra, soariam piegas na boca de qualquer outro. Com Michael, eles soam dolorosamente humanos, fazendo-nos pensar, ou melhor, sentir, como pudemos permitir que isso acontecesse. Esta é uma das funções de Michael Jackson no mundo: Ele nos faz ver o que há de mais simples que, de tão óbvio, não percebemos mais; ele nos mostra que teorias complicadas e sofisticações intelectuais não valem de nada perante a dor nua e humanamente crua. 

Nos fazer imaginar uma garotinha perguntando a um oficial, se Deus lhe disse que ele poderia decidir quem poderia viver e quem deveria morrer, é o jeito de Michael de nos ensinar que nenhuma ideia vale uma vida, como diz explicitamente e, portanto, sem a mesma força, uma canção brasileira. É o jeito de um homem simples que olha para a vida sem as lentes das convenções, das ideologias, das fórmulas e das regras... É o jeito de um homem que nos toca por olhar o mundo simplesmente como ele é. A propósito, será que um dia vão entender que é só isso que ele quer dizer quando diz que temos que aprender com as crianças?

Dizem os estetas que a arte é sempre crítica, mesmo em um conto de fadas de chapeuzinho vermelho, porque a arte é, no mínimo, a criação de uma utopia, ou seja, de um mundo que não tem lugar, ao menos ainda, no mundo real. Portanto, mesmo o artista mais apolítico, ao criar seu próprio universo, sempre coloca outra possibilidade de mundo e, assim, questiona, ainda que involuntariamente, o mundo que de fato existe. 

Mas ao criar o mundo de 'We've Had Enough', Michael certamente sabia o que estava fazendo e, desta vez, não colocou nenhuma utopia. O que faz de 'We've Had Enough' sua obra mais política é justamente a identificação entre o conto e o real no contexto atual. A música fala, sem se referir, de uma realidade que não é só de guerra como também de possibilidade de mudança. Michael grita que temos escolha. Sim, os americanos, justamente agora, puderam escolher entre o "senhor da guerra que não gosta de crianças" e o mal menor, o falso caçador de gansos, John Kerry. Aliás, diga-se de passagem, eles, infelizmente, acharam que ainda não tinham tido o bastante. 

Mas esta foi a ousadia política de Michael Jackson. Atacar a guerra, não pelas mentiras de Bush ou pelos prejuízos causados aos cofres públicos, mas por negar o direito que os pacificadores do mundo se deram de matar em nome da paz. Sua ousadia artística, por sua vez, se deu, mais uma vez, na estrutura da canção. Quase 6 minutos sem um refrão propriamente dito! Que rádio vai executá-la? 

Bom seria se fossem todas! Bom seria se ela tivesse ecoado em toda cabine de votação da América! A propósito, esta canção me faz lembrar de um novo documentário que será lançado quase simultaneamente ao box set no Reino Unido. O documentário, que traz a participação da obsessiva psiquiatra Carole Lieberman e do falso detetive Ernie Rizzo, ambos em sua eterna cruzada contra Michael, nos diz que não podemos entender Michael Jackson, porque sua noção de realidade é por demais distante da nossa. Ora, antes nossa realidade fosse mais próxima da dele, não é? Ao menos, em sua fantasiosa Neverland, ao contrário do nosso real Iraque, as crianças estão a salvo, até que se prove o contrário.

Fonte: MJBeats por Andréa Luisa Bucchile Faggion


Acompanhe a tradução da letra:

We've Had Enough
(Já Tivemos o Suficiente)
Composição: Michael Jackson

O amor foi tomado de uma jovem vida
E ninguém disse a ela "porquê"
Seu caminho tinha o rastro
de mais um crime violento...

Ela inocentemente perguntou "porquê"
porque seu pai teve que morrer?!
Ela perguntou ao homem de azul...
"Como é isto, você tem que escolher
quem vai viver e quem vai morrer?
Deus te disse que você podia decidir?
Você viu que ele não correu
portanto meu pai não tinha nenhuma arma!"

No meio do vilarejo...
no interior de uma terra distante
Está um garoto pobre com seu brinquedo quebrado
jovem demais para entender...
Ele está acordado, a terra está tremendo
seu pai agarra sua mão
gritando, chorando, sua esposa está morrendo
Agora ele foi deixado para explicar...

Ele inocentemente perguntou "porquê" 
Porque sua mãe teve que morrer?!
"Porque esses soldados vieram aqui?
Se eles estão pela a paz porque há guerra?
Deus disse que eles podiam decidir
quem vai viver e quem vai morrer?
Tudo o que minha mãe sempre fez
foi tentar cuidar de seus filhos!"

Quando a inocência está parada
assistindo pessoas perdendo vidas
Parece como se não tivéssemos voz,
é hora de fazermos uma escolha

Somente Deus pode decidir
quem vai viver e quem vai morrer
Não há nada que não possa ser feito
se nós tornarmos nossa voz, uma só!

Eles tem que ouvir isso de mim!
Eles tem que ouvir isso de você!
Eles tem que ouvir isso de de nós!
Não aguentamos,
já tivemos o suficiente!

Eles tem que ouvir isso de mim!
Eles tem que ouvir isso de você!
Eles tem que ouvir isso de de nós!
Não aguentamos,
já tivemos o suficiente!

Obrigado Senhor eu cuido de mim
Obrigado Senhor eu cuido de você
Obrigado Senhor isso veio de você
Não aguentamos,
já tivemos o suficiente!

Do fundo da minha alma
Do fundo da sua alma e a seu lado 
No fundo da minha alma 
É tão grandioso e eu continuo vivo 

Eles tem que ouvir isso de mim,
não aguentamos
já tivemos o suficiente!

Isso vai acabar
só deixe Deus decidir!

Vai continuar
Só deixe Deus decidir!

No fundo da minha alma 
Nós já tivemos o suficiente 

Eles tem que ouvir isso de mim!
Eles tem que ouvir isso de você!
Eles tem que ouvir isso de de nós!

Isso é demais pra mim,
ele é meu irmão!
Isso é demais pra mim
Ele é meu irmão! Ele é meu irmão!
Não podemos, não podemos
Nós já tivemos o suficiente!


Andraé Crouch


"Michael é um inovador. Eu respeito o seu talento e sua criatividade. Ele faz músicas que não ofendem a minha mente.
Ele foi abençoado com muitos talentos, mas há um preço a pagar para isso: temos de trabalhar para compartilhar
seu talento com os outros".
Andraé Crouch

Andraé e sua irmã, Sandra, consideravam Michael um querido amigo há anos, e sua relação com ele era de amor e respeito. 
Andraé participou das principais canções gospel de Jackson.
Em 1987 Andraé Crouch fez o backing vocal junto com Siedah Garrett, Glen Ballard, e The Winans para o single 'Man in the Mirror'. Ele também aparece nas canções "Keep the Faith" e 'Will you be there', 'Earth Song', 'Morphine' e 'Speechless'. 

Em um tempo não muito antes da morte de Michael Jackson, Andraé e Sandra se reuniram com ele para discutir a fundo a gravação com seu coral para várias canções para o que era para ser seu próximo álbum. Como era típico durante a sua criação, sessões musicais com Michael, eles iriam cantar e orar juntos.


Who's Bad?


Olá!


Como vcs podem ver que a vencedora foi a era Bad com 11 votos, 
eu vou fazer um pequeno especial sobre essa época que eu tbm amo!
Vamos lá!












Esse estilo meio rock dele combinou muito!
As roupas dos shows eram muito lindas 






Os clipes, assim como todos do Michael, são perfeitos!
Eu amo demais Smooth Criminal por exemplo. Dessa época ele é o meu favorito!
Mas sem dúvida todos foram demais.
A atitude dele nos videoclipes dessa época foi demais!

The way you make me feel
Smooth Criminal
Speed demon
Dirty Diana
Leave me alone 
Come Together







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