quarta-feira, 25 de julho de 2012

"As pessoas pensavam que ninguém iria superar os Beatles. E então chegou Michael Jackson."

Uma retrospectiva da vida em turnê com Michael Jackson, por Bryan Matthews

Michael Jackson era um artista consumado, que sabia exatamente como organizar um show e colocar o público a seus pés.
As equipes de produção tiveram a experiencia de conhecer como era realmente a vida de Michael Jackson. Os técnicos de iluminação Peter Morse, Jim Waits, Benny Kirkham e Gregg Brooks compartilharam o trabalho com Michael, uma perspectiva única sobre o Rei do Pop.

“Eu era o designer de iluminação na ‘Dangerous’e ‘HIStory’ tours e também em ‘Michael Jackson and Friends”, conta Peter Morse. “Eu tinha trabalhado com o empresário de Michael há alguns anos, por isso, quando me ligaram, claro que eu disse que sim.” “Eu estava animado porque, tecnicamente falando, Michael é um sonho para um designer de iluminação. Não havia barreiras ou limitações com ele, e mesmo quando algumas de suas idéias nos parecia remotamente estranhas, nós encontrávamos uma forma de realizá-las. Era o tipo de artista com o qual se poderia chegar tão longe quanto você quisesse para alcançar um efeito, não ainda o Eclipse, mesmo que servisse apenas para apoiar o que estava sendo feito. Ele tinha essas idéias estranhas e maravilhosas que eu não sabia como atingir tecnicamente, mas conceitualmente sabia no que resultaria. Ele pedia coisas de uma forma simples, mas que requereriam vários desafios tecnológicos".

“A primeira coisa que eu fiz com o Michael foram shows do Jackson 5 no final dos anos 70 e a próxima vez, quase dez anos depois, em 1987″, disse Jim Waits. "Foi sua primeira turnê solo, Bad, que veio depois da Victory Tour. Eu era o programador de Vari-Lite e era o chefe de sua equipe técnica".

“Comecei com Michael na HIStory Tour, na primavera de 1996", diz Benny Kirkham. “Enquanto eu estava trabalhando para Vari-Lite quando Jim Waits recomendou meus serviços para o show. Usamos todos a iluminação clássica VARI * LITE para a turnê, tais como: VL2C, VL4, VL5, Washington e VL6. Meu trabalho consistia em colocá-las todos os dias".

“Quando Jim Waits me chamou pela primeira vez, eu estava nos Jogos Olímpicos de Atlanta. Fazia muito calor, então quando ele me ligou para me tirar de lá e fazer uma tour com Michael Jackson, eu adorei", disse Gregg Brooks. “Foi ótimo porque era minha primeira turnê. Benny e eu trabalhamos juntos com técnicos da Vari-Lite levando toda a iluminação."


“Todo artista é diferente”, continuou Morse. “Alguns artistas não se envolvem na iluminação do show e outros nem sequer sabem o seu nome. Outros envolvem-se amplamente. Alguns sabem o que estão falando e outros não. Michael podia não saber o que estava pedindo tecnicamente, mas artisticamente, em sua mente, ele sabia o que queria. Às vezes, ele dizia, ‘eu posso ter bastante luz branca aqui?’ Ou "Posso ter uma luz branca na minha cabeça?" “E é claro que nós fazíamos o possível para que isso acontecesse. Eu cheguei ao ponto de poder adivinhar o que ele queria, pois sabia o que ele estava pensando sobre a questão da iluminação. A beleza da nossa relação de trabalho era que eu poderia atingir as profundezas da minha imaginação e eu sabia que não estava indo longe demais. Nada era estranho demais para ele.

“Michael era diferente de qualquer outro com quem eu trabalhei”, diz Waits. “Ele estava totalmente envolvido, mas não necessariamente desde o início. Esperam que todos estivessem sentados e aí fazia as mudanças, ou pedia para acrescentar algo. E pedia rapidamente. No primeiro dia de ensaios, me pediu para programar tantos efeitos de luz quanto eu pudesse, e cheguei a fazer uns 140 antes que Michael estivesse pronto para ver o que tínhamos. Depois de ver todos eles e depois de uma breve conversa, o designer de iluminação me informou que Michael queria usar todos eles em cada canção. Então aprendemos que, talvez, deveríamos ensinar a ele apenas um pouco de cada vez."


“Todo mundo quer saber como ele é realmente”, afirmou Kirkham. “Eu encontrei com ele algumas vezes e foi muito profissional e eu o achava muito inteligente. No final da turnê HIStory posou para fotos com toda a equipe, não foto de todo o grupo, mas fotos individuais. Gregg e eu temos essa foto com Michael pendurada na parede e todo mundo pergunta a mesma coisa: É real? E isso é exatamente o que Michael era, era autêntico".

A turnê nacional é uma jornada longa e difícil. Uma turnê internacional é ainda mais longa e mais intensa. Se você acrescentar a isso o fato de que você está viajando com um dos artistas musicais mais populares do mundo, pode ter uma ideia. A vida em turnê com Michael Jackson foi dura, mas também cheia de ótimas lembranças.

“Michael sempre foi muito focado na apresentação do show em si”, diz Morse. “Isso significava tecnicamente, musicalmente e em todos os outros aspectos do desempenho. Mas havia sempre uma parte específica do concerto dedicada ao seu desejo de curar o mundo de uma forma em que ele ou sua música pudessem fazê-lo. A turnê Dangerous foi realmente sua primeira declaração focada em ‘Heal the World e Curar as Crianças’. Estava sempre subentendido e efetivamente era uma parte do show. Percebi que a reação das pessoas era sempre a mesma, onde quer que ele fosse. Em muitos lugares, os fãs não sabiam falar uma palavra de Inglês, mas eles sabiam as letras de todas as músicas. Você pode sempre ouvi-los cantando em coro. Era fenomenal. No concerto televisionado de Dangerous em Bucareste, Romênia, a absoluta imensidão da audiência era obvia. Fiz tour com com artistas como Madonna, que tiveram 100.000 a 200.000 pessoas em um estádio, aquela era a maior multidão que eu já vi. Rodeavam todo o estádio e alguém disse que era a maior multidão desde a revolução. Estávamos um pouco nervosos com a presença do exército, mas o nervoso desapareceu quando as pessoas começaram a cantar em coro. Eu não sei como o viam pessoalmente, mas Michael foi definitivamente um tipo de Flautista de Hamelin ou um messias diante de seus olhos. Ele defendia o amor para o mundo todo e eu acho que eles (fãs) rapidamente perceberam isso".


“Quando fui ao Japão pela primeira vez com Gênesis e passeava com a banda em templos, tirando fotos, era como um passeio em família.” Waits disse. “Mas se você fosse ali com Michael Jackson e ainda usasse uma jaqueta com o logotipo da turnê, seria literalmente esmagado. Você poderia ser um total estranho, mas se estiver associado com a tour, já seria alguém. É um pouco preocupante do meu ponto de vista. Algumas pessoas gostam, eu e outros como eu, tentamos escapar. Levei várias camisetas lisas para usar em público".

“Em 1988, um ano antes da queda do Muro de Berlim, atuamos no Reichstag, o antigo Parlamento”, continua Waits. "Concertos foram realizados no espaço que havia na frente e poderia acertar uma pedra no muro de onde estávamos. Nós colocamos luzes e som extras para que as pessoas pudessem ver e ouvir do outro lado. Disseram que o público nas ruas do outro lado era dez vezes maior do que o que tínhamos ali em frente, e que o espaço estava completamente ocupado. Foi um dos momentos mais memoráveis de que eu fiz parte e estar com Michael Jackson o torna ainda mais memorável".



Kirkham acrescentou: “Na nossa turnê, Michael foi definitivamente um embaixador internacional da paz. Tivemos alguns momentos incríveis nos shows. Tinhamos uma cena de uma cidade enorme bombardeadas com fumaça saindo dos edifícios destruídos. A população local se misturava com os dançarinos e, em seguida, cantavam Earth Song. O refrão dizia “E quanto a nós’” e no final da música uma luz cegante e um tanque surge do fundo do palco. Era um tanque verdadeiramente único e Michael parava na frente dele, como se fosse na Praça Tiananmen. O motorista do tanque pulava apontando uma arma para Michael. Ele estendia a mão e baixava a arma, deixando o soldado oprimido pela emoção e, em seguida, uma garota local se aproximava do soldado e dava-lhe uma flor. Depois entravam as bandeiras de todos os países do mundo, enquanto tacava ‘Pictures at an Exhibition’ com tambores enormes, os dançarinos e artistas agitavam as bandeiras enormes de todos os países por volta dos que faziam a turnê. Foi extraordinário. Não se pode subestimar a popularidade que Michael tinha e tem, não importa onde fossemos, e fomos a países da Europa Oriental, onde poucos anos antes haviam tanques nas ruas. As pessoas se emocionavam em todo o mundo e esta é uma recordação que terei comigo para sempre".


“Existem grandes recordações da turnê com Michael”, diz Brooks. “Um dos mais importante é que fizemos muitos shows na chuva. Lembro-me de uma noite miserável na turnê da Ásia, enquanto carregávamos o material e pequenas mulheres asiáticas nos deram uma mão. Faziam um grande esforço para empurrar com a rampa molhada as enormes caixas VL2C enquanto chovia fortemente. Era uma espécie de aviso de que não estávamos no Kansas, mas trabalharam tão duro como qualquer outro membro da equipe que tínhamos na turnê e nunca as esquecerei".

“Estou orgulhoso de ter trabalhado para uma pessoa que, você pode dizer, era um profissional consumado todos os dias”, diz Kirkham. “Michael Jackson trabalhava tão duro quanto qualquer outro na turnê. As pessoas vêem a simplificação de sua vida na mídia, mas eu sei que era um bom chefe e eu sei que era um artista incrível. Depois da minha experiência pessoal, pude ver centenas de concertos, posso provar o que digo".

“Eu realmente gostei de trabalhar em turnê com Michael Jackson, mas nunca me qualifiquei como um fã e nunca comprei nenhum de seus álbuns, mas quando eu soube de sua morte algo dentro de mim me fez sentir como se tivesse perdido alguém próximo” , confirmou Brooks. “Eu não sei explicar, mas fiquei surpreendentemente alterado”.

“A lembrança que terei sempre de Michael é a primeira reunião que tivemos para discutir idéias sobre a Dangerous Tour”, diz Morse. “Encontrei em Michael a pessoa mais carinhosa e divertida que eu já conheci, nada a ver com a imagem pública que os outros viam. Contava grandes histórias cheias de piadas sobre seu passado e era extremamente simples. Minha primeira conexão com ele, eu disse que era acessível e definitivamente tinha uma boa visão para as coisas grandes, não só sua carreira, mas também para os seus shows. Era uma pessoa criativa por isso era um sonho se tornando realidade para um designer de iluminação".


Morse continua: “Um dia durante os ensaios, Michael estava pronto para ensaiar o número de abertura e saiu catapultado no que chamamos de torradeira, voando a partir de um buraco e aterrissando em ambos os pés. Ele estava com o icônico traje de metal, com óculos escuros e cabelo comprido, com um olhar fixo, duro e distante. No primeiro dia, fez isso com cerca de 50 pessoas na equipe e bailarinos assistindo apenas, ficou lá por cerca de quatro minutos. Nós nos entreolhamos nervosamente nos perguntando o que ele estava fazendo. Então, ele lentamente levantou sua mão, pegou os óculos e os tirou. Pareceu durar uma eternidade e, em seguida, rapidamente se virou e começou a música. Claro que eu me perguntava por que ele fazia essa longa pausa. Bem, a razão é que ele sabia exatamente quanto tempo necessitava manter esta pose para o público. A primeira vez que ele fez ao vivo no Estádio de Munique, a pausa era exatamente do mesmo tempo que nos ensaios e a multidão foi à loucura. Ele sabia disso".


“Dirigir a iluminação para um concerto de Michael cada noite com a multidão que tínhamos e os lugares onde estávamos era muito impressionante”, diz Kirkham. “Uma turnê sempre acaba sendo rotina, de qualquer maneira. Com o tempo, qualquer coisa pode tornar-se normal, mas o extraordinário era ter uma multidão daquele tamanho. Eu acho que em Varsóvia havia cerca de 400.000 pessoas no show. No papel é simplesmente um grande número, mas só quando você vê 400.000 pessoas em um único lugar, realmente pode perceber a enormidade que isso é".

“Em uma turnê com Michael definitivamente se trabalha com uma equipe de ponta” continua contando Kirkham. “Eu lembro que havia um outro par de turnês naquele ano, mas sentíamos que estávamos trabalhando com algumas das melhores pessoas neste negócio. E você sempre sabia que podia confiar nos colegas ao seu redor. Todo mundo se esforçava para fazer seu melhor. Era extraordinário. Era um trabalho muito duro e havia dias em que você realmente odiava a vida. Saímos por sete meses consecutivos e corremos todo o mundo. Nos sentíamos infelizes às vezes, mas no final, nos olhávamos uns aos outros e percebíamos que tínhamos realmente feito algo grande".

“Enquanto nós estávamos em turnê, eu lembro de ter pensado como era quando você olha para trás desde a época dos Beatles”, diz Brooks. “Sempre assisto histórias de milhares de fãs gritando quando eles vieram pela primeira vez para a América, e sair em turnê com Michael era muito semelhante. Foram duas turnês diferentes com o mesmo título. Na primeira parte, voamos para o leste para o primeiro concerto em Praga e aterrissamos alguns meses mais tarde, em Los Angeles para ir para o oeste. Literalmente voamos ao redor do mundo e pisamos em cada um dos continentes, exceto a Antártida. Essa parte da turnê foi muito tortuosa. O trabalho era às vezes doloroso, mas depois tivemos uma pequena pausa, a produção limpou as coisas um pouco e a segunda parte foi uma turnê normal pela Europa. Tornou-se maior com o tempo. Tínhamos um verdadeiro grupo que estava a bordo cada noites e tornou isso possível".

“Quando eu olho para trás, em uma retrospectiva da vida e da carreira de Michael Jackson, uma das coisas que se destaca para mim é que com toda a sensibilidade que eu tinha e da grande elegância natural para o envolvimento tecnológico, eu jamais pude desfrutar de uma turnê totalmente instalada com iluminação automática", disse Morse. “Haviam me falado de quão grande seria a turnê planejada, mas infelizmente não aconteceu. Michael era mais que um cantor / compositor, era um artista, o artista ideal. Se você nunca se sentou em um estadio com 400.000 fãs gritando e esperando para ver qual o próximo movimento que você fará, você não pode imaginar a magnitude e a profundidade de sua vida e as milhões de pessoas a quem ele inspirou".

Waits concorda: “É difícil”. Toda vez que penso sobre a vida e a história de Michael Jackson, o maior com quem trabalhei. E acima de tudo, Michael estava realmente lá para tudo. Minha última turnê com Michael foi a última para mim e uma boa maneira de terminar, porque eu sabia que depois de trabalhar com Michael e a grande equipe que reuniu, eu não iria fazer nada melhor. Foi um bom momento para terminar essa parte da minha carreira".

“Acho que ele vai ser bem lembrado e a controvérsia em torno de sua vida irá diminuir”, diz Brooks. “No final, será lembrado apenas pelo que fez de melhor, que estava atuando e cantando sua música como só ele poderia fazê-lo.” - Gregg Brooks.

“É difícil dizer em qual posição na hierarquia de artistas musicais Michael será situado”, diz Kirkham. “As pessoas achavam que ninguém poderia superar Elvis e aí os Beatles chegaram. Então, as pessoas pensavam que ninguém iria superar os Beatles. E então chegou Michael Jackson".


Tradução Selma Santi 

Fontes:


A história de terror de Michael

Uma História de terror escrita por Michael Jackson:

Michael Jackson escreveu essa história intitulada "Crianças em Balanços". 

Ela foi escrita por Michael Jackson quando ele visitou o Reino Unido em 2006. Foi escrita com canetas pretas e azuis nas costas de cartas e fotos de um Georgiano castelo irlandês... 

Escrita como brincadeira, ele conta como Paris e Prince estão brincando em balanços até que o menino torna-se desinteressado e foge. 

"Uma matilha de cães selvagens então os perseguem enquanto Paris grita por seu pai.” 

As duas crianças identificam um homem trabalhando no campo com uma Sling Blade.

"Podemos vê-lo trabalhando, mas não podemos ver seu rosto." 

O personagem de Prince diz a sua irmã: "Ele assassinou sua esposa e ninguém nunca viu seus filhos porque ele os mantem amarrados à cama como sua esposa, antes dele assassiná-la. Ele primeiro, deixa-os com fome e depois os assassina, Paris." 

Sua irmã apavorada admite estar com medo antes de perguntar como ele os mata. 

"Ele faz isso com uma Sling Blade, Paris." 

Na cena seguinte, Prince e Paris estão na cama – demasiado assustados para dormirem. Uma passagem torcida então descreve como o monstro adquiriu uma cicatriz facial. 

"Ele deixou um homem com fome por 2 semanas", lê-se. 

"Pouco antes de matá-lo, tiveram uma briga. O homem que ele estava tentando matar pegou a faca para atacá-lo. E cortou-lhe sobre os olhos. 

"Ele então se assustou e correu para o que chamam de infinita FLORESTA NEGRA... Ele nunca foi encontrado novamente. Porque eles dizem que não há maneira de sair da interminável Floresta Negra." 

As duas crianças arriscam-se na "Floresta Negra" para visitar o "homem louco". 

Tremendo de medo, as crianças espiam pela janela de sua cabana antes de uma cena arrepiante causar-lhes arrepios por trás. 

Ele apunhala-os enquanto eles tentam escapar de suas garras e Prince tem uma crise de asma e pára de respirar. O monstro então caça-os na floresta até que Prince aparentemente morre com a cabeça de sua irmã em seu "peito sem vida." 

No final do enredo, o homem carrega Prince de volta para a cabana de mãos dadas com Paris.

Ela é descrita como sensação de “segura e amada por ele. " 

O homem carrega Prince e coloca-o em sua cama, cobre o menino doente antes de se sentar em uma cadeira e observá-lo. 

Quando seu irmão finalmente desperta de seu coma, Paris acalma o menino traumatizado, dizendo-lhe que o homem "não o fará mal". 

Conclusão da leitura: "Ele puxa os brinquedos de sua jaqueta. 

"O que foi quebrado agora está consertado, observou Paris. 
Ele não roubou nossos brinquedos Prince, os consertou." 

As crianças estão felizes em ver seus brinquedos consertados novamente. 

O homem se levanta e caminha diretamente à porta, antes dele sair Prince agradece e trocam sorrisos, "nós o enxergamos." 

Muitas vezes, a nossa imaginação, a nossa visão distorcida, a nossa má interpretação faz com que criemos os monstros em nossa mente e nas dos outros. Não podemos julgar as pessoas sem antes conhecê-las.


** “Sling Blade” É uma ferramenta cortante de ambos os lados, utilizada para jardinagem e afins. Seu nome verdadeiro é Kaiser Blade "Kaiser blade" ou "sling blade" = foice aberta com corte em ambos os lados. 

NOTA:

Alguns dos jornais sensacionalistas, os desprezíveis tabloides, assim que tomaram conhecimento desse conto, já começaram a distorcer os fatos, as palavras e a intenção de Michael, até mesmo a moral da história. 
A desinformação de um assunto ou mesmo a maldade dos tabloides, faz com que se deturpam os fatos. Veja bem:

“O site britânico "News of the World" divulgou uma história de terror supostamente escrita pelo cantor Michael Jackson.
Tudo certo se não fosse pelo detalhe que o conto é sobre um molestador de crianças e assassino em série. O pior: os personagens são os próprios filhos do astro, Paris, de 11 anos, e Prince Michael II, de 7. O Rei do Pop escreveu essa história bizarra na Inglaterra em 2006, um ano depois de ser absolvido das acusações de abuso infantil. Os escritos foram feitos a mão e encontrados entre seus documentos. O pesadelo fala sobre um demônio que abate crianças com um arremesso. O personagem de Prince explica para Paris quem é o homem que está os perseguindo. "Ele matou a esposa e desde então ninguém mais viu seus filhos porque ele os mantêm presos à cama, como fazia com a mulher antes. Primeiro ele os desejava ardentemente, depois os matava", diz no conto.”

Onde está o molestador de crianças nesse conto que o tabloide cita??? 
Apenas na desinformação, má interpretação ou na maldade do próprio tabloide. 
No conto, não consta que o imaginário homem “desejava ardentemente as crianças” e sim que ele deixava-as com fome, mas isso era na imaginação das crianças.
Os lixos dos tabloides sempre distorcendo os fatos. 
Por isso, para os fãs de Michael Jackson, tabloide é lixo e merece ser queimado. 
Ainda bem que esse fechou. Um a menos. 

Tradução: Maíra

Créditos:
michaelious and mjjphotos 

http://www.positivelymichael.com/forums/showthread.php?8504-A-Horror-Story-Written-By-Michael 


http://michael-iloveyoumore.blogspot.com.br/

Merece uma postagem só pra ela ** - parte 1

Perfeita essa foto!

Dia 25 de Junho, dia mundial do vitiligo - apoiem essa campanha!


25 De junho é uma data importante no calendário do vitiligo porque marca a data de passagem do pop star Michael Jackson, um sofredor de vitiligo de longa data.
Lee Thomas tem Vitiligo (viii) e diariamente exerce a missão de aumentar a consciência das pessoas ao redor do mundo que sofrem com a doença. 
Ele está lutando com pedido à Organização das Nações Unidas, para que o dia 25 de junho seja oficializado o Dia Mundial do Vitiligo. 
São necessárias 500.000 assinaturas. 
Vamos nos unir e fazer parte dessa luta. 
Apoio a petição para designar o dia 25 de junho como o dia mundial de Vitiligo e salvar milhões de pessoas em todo o mundo da perseguição e do isolamento social.


http://25june.org/ (nesse link você pode assinar a petição!)





Lee Thomas tem Vitiligo (viii) e diariamente exerce a missão de aumentar a consciência das pessoas ao redor do mundo que vivem com a doença. Ele mesmo produziu um documentário premiado sobre sua experiência.
Lee também publicou um livro intitulado, “Turning White: A Memoir of Change”. Você pode comprar o livro na Amazon, clicando neste link: http://www.amazon.com. 

No programa “The Nine” Fox 2′s, Lee, Kam e Jason falaram sobre a história de Michael Jackson. O artista mais famoso do mundo sofreu de uma doença chamada Vitiligo (viii). E mesmo depois de sua morte, ainda é uma das coisas mais mal compreendidas sobre o Rei do Pop. 

Vitiligo é uma doença de pele que rouba do corpo o pigmento. É a razão pela qual o homem mais famoso do planeta passou de negro para branco. E Michael Jackson não estava sozinho. Existe bem mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo que sofrem com esta doença.

Ela afeta todas as nacionalidades, idades e sexos, em qualquer classe social. Pode-se encontrá-la nas escolas, hospitais, na televisão, filmes, arenas esportivas e igrejas, sendo que muitos encontraram a reclusão e o isolamento imposto pela sociedade. 

Vitiligo (viii) é uma doença caracterizada pela despigmentação da pele, devido à destruição ou mau funcionamento dos melanócitos, células que produzem melanina. Ela está presente em todo o mundo em diferentes países, entre menos de 0,1% a mais de 8% da população em geral (1% nos Estados Unidos e na Europa), enquanto que em muitos casos não são relatados, devido à prática corrente da dermatologia. 

Embora a doença destrua as vidas de milhões de pessoas desde o primeiro registro da doença no mundo, ainda não há cura à vista. Poucas doenças dão origem a tanto medo e ódio como o Vitiligo (viii), especialmente em pessoas de pele escura. 

A doença não é contagiosa e nem tem ameaça de risco de vida, mas os pacientes muitas vezes não recebem o apoio do sistema de saúde nacional ou das companhias de seguros de qualquer natureza. 

O Dia Mundial do Vitiligo é uma iniciativa pública que visa à conscientização global sobre Vitiligo (viii). Seu objetivo ambicioso é levantar 500.000 assinaturas para que a Organização das Nações Unidas reconheça esta doença negligenciada e debilitante. 

A escolha deste dia especial, é um memória ao artista mais popular do mundo Michael Jackson, que sofria de Vitiligo (viii) desde 1986 até sua morte, ocorrida em 25 de junho de 2009. 

Lee Thomas tentou esconder o vitiligo. 


Lee Thomas, de 40 anos, é um apresentador de TV de uma afiliada local da Fox Broadcasting Company, nos Estados Unidos. O jornalista vem causando uma grande polêmica entre a comunidade negra americano. Thomas possui vitiligo, uma doença em que as células de pigmentação da pele são destruídas. Manchas brancas aparecem em diferentes partes do corpo, tecidos da boca, nariz e na retina. 

“Eu sou um homem negro virando branco na televisão e as pessoas podem ver isso”, declara o âncora e repórter de entretenimento. “Se você me assistir ao longo dos anos vai perceber que minhas mãos mudaram completamente do negro para o branco”, diz. 

“Não existe uma causa. Não existe uma cura, é tudo muito aleatório”, declara Thomas. “Eu posso ficar totalmente branco ou apenas parcialmente”. 

Lee agora precisa usar uma maquiagem preta para apresentar o programa jornalístico e há uma grande polêmica em torno de algumas de suas declarações. O jornalista já disse que se a doença continuar, vai ter que maquiar de branco, e por isso, foi alvo de reclamações de militantes do movimento negro. O mais curioso é que Thomas manteve segredo da doença de amigos e parentes por mais de 15 anos. 

Atualmente, o âncora Lee Thomas conversa abertamente sobre o vitiligo e como a doença afetou sua vida e carreira. Ele até mesmo escreveu um livro sobre essa experiência chamado Turning White: a Memoir of Change (Ficando Branco: Uma Memória de Mudança, em tradução literal). 

Entretanto, até novembro de 2005, Thomas escondia a doença, mas percebeu que ela estava ficando cada vez mais intensa. E o segredo foi descoberto durante uma reportagem, ao vivo, quando ele não conseguiu mais escondê-lo de uma criançada pré-escola. As mãos de duas tonalidades deixaram a garota assustada e ela começou a chorar. 

“Eu pensei que minha carreira estivesse acabada”, disse Thomas, que já foi ganhador do Emmy e que geralmente entrevista celebridades como Will Smith, Tom Cruise e Halle Berry. Ele se preparou para conversar com sua diretora do jornal e sair da televisão. 

Hoje, ele já superou o trauma inicial e usa uma combinação de cremes e maquiagens para cobrir o crescimento das manchas em sua pele, rosto, mãos e braços. Espectadores, colegas de trabalho e até mesmo seus parceiros no jogo de basquete nunca tinham percebido a desordem.







O vitiligo 
Poucas pessoas, exceto os médicos e aquelas que já tiveram a doença, já tinham ouvido o termo “vitiligo” até que Michael Jackson revelou no início da década de 1990 que a doença estava por trás da sua mudança de pele negra para branca:









(perna de Michael)



Aproximadamente 65 milhões de pessoas no mundo têm este tipo de desordem, sendo que 2 milhões vivem nos Estados Unidos. Não é algo fatal, mas os especialistas dizem que o vitiligo rouba a autoconfiança das pessoas, faz com que elas sejam desagradavelmente encaradas e ainda leva algumas a uma reclusão forçada. 

Compartilhe essa notícia com seus amigos e assine a petição. 

http://25june.org/ (nesse link você pode assinar a petição!) 
(Copie e cole esse link na barra de endereço
para abrir a página da petição) 

Vamos fazer a nossa parte! 



Fonte:
http://www.myfoxdetroit.com/story/18871413/world-vitiligo-day-2012-bonds-michael-jackson-with-fox-2s-lee-thomas 

http://newspressrelease.wordpress.com/2012/07/17/dia-mundial-do-vitiligo-em-homenagem-a-michael-jackson/#more-51308 

http://www.revistaafro.com.br/portal/gente/lee-thomas-tentou-esconder-o-vitiligo/ 

http://michael-iloveyoumore.blogspot.com.br/ 

http://cantinhodomj.blogspot.com/

Michael Jackson Tribute PORTRAIT - MJTP


É mais uma obra inspirada em Michael Jackson, idealizada por Jerry Biedeman (organizador e produtor executivo) e mantida por seus fãs ao redor do mundo.
O homem que entrou para o Guiness Book, como a pessoa que mais apoiou obras de caridade no Planeta, queria tornar o mundo um lugar melhor para se viver e conseguiu transmitir essa mensagem ao coração de seu “Exército de Amor”.

O “Tributo Retrato de Michael Jackson” reúne amantes da arte do Rei do Pop em mais de 180 países e qualquer um que acredita que o mundo pode ser unido através da arte, da música e da conexão com o outro, além das fronteiras, simplesmente como a Família Humana, podem participar.

O Retrato de Michael, sob a assinatura do renomado artista, David Ilan, que usa a técnica do pontilhismo para criar suas obras, nasceu de apenas um ponto central e cada fã que se filia significa um ponto a mais na confecção do retrato. Independente de quem se filia(famoso ou anônimo) o ponto é exatamente igual. Trata-se, portanto, de uma obra interativa; onde, além do ponto, pode-se deixar uma mensagem pessoal a Michael.

Entre os membros do MJTP estão famosos, anônimos, empresários, amigos, familiares, fãs, jovens, crianças, adultos, idosos... Afinal, Michael é universal. E é com doações desses membros ao redor do mundo, que se pode patrocinar incontáveis iniciativas humanitárias, sempre levando o nome de Michael em evidência.

ALGUMAS INICIATIVAS FILANTRÓPICAS COM O APOIO E PATROCÍNIO DO GRUPO MJTP:

Ambassadors of Believe Foundation


Oferecem programação artística de alta qualidade para comunidades carentes, com o objetivo de incentivar os jovens a tomarem o caminho das artes no lugar do caminho das drogas.
Esta Fundação é a força condutora por trás da criação da
“Los Angeles School of Arts and Entertainment” (LASAE),
uma escola pública de artes que deve ser inaugurada em outubro de 2012. (Site: biblievefoundatitionusa.org).


MJTP e Boys & Girls Club, em evento na Disneylândia


Em fevereiro de 2011, o MJTP co-patrocinou e sediou um evento na Disneylândia para crianças e familiares do Boys & Girls Club of East Los, com o intuito de fazer algo especial e significativo para, em nome de Michael, levar alegria à vida das crianças, ainda que fosse por um dia. O doador anônimo que bancou esse co-patrocínio com a Rose’e Entertetainment é membro do MJTP.

Michael’s Angels


Honrando o legado de Michael como verdadeiros
“soldados do amor”, são inúmeras as atividades desse grupo,
com o apoio do MJTP:

1) Haintian Street Kids, Inc: desde 2011 na luta contra a escravidão infantil no Haiti, onde muitas crianças são vendidas como escravas sexuais, submetidas a extrema violência física e psicológica,
além do trabalho escravo.
Em 2012, mais 276.491 membros inscreveram-se no “Retrato”, o que significa U$ 2.764,91 (um centavo de dólar por ponto). Um membro doador anônimo prontificou-se a fazer um aporte financeiro para completar U$ 10.000,00, quantia que beneficiará integralmente a ONG “Meninos de Rua do Haiti”.

2) Angel in Need: desde 2009, Valerie M., uma fã deficiente visual, procurou a administração do MJTP, expressando o desejo de também colocar o seu “ponto” no Retrato de Michael. Desde então, trabalha junto à ONG para ajudar outros fãs de Michael, também deficientes visuais, a registrarem seus pontos na obra.
Valerie M. revelou-se uma requintada poetisa que, além do fardo de sua própria enfermidade, cuidava de seu marido Arnie, que era diabético e portador de cirrose hepática em fase terminal.
Com fé em Deus, inspirada em Michael e com a ajuda do MJTP, Valerie tem-se mantido de pé e confiante.

3) Children First Academy CFA): é a maior escola dos EUA para crianças desabrigadas e em situação de risco; muitas delas sem qualquer condição de alimentação, higiene e vestuário. Portanto, a única coisa positiva que têm são essas escolas que, por sua vez, sobrevivem de doações e voluntários para oferecerem o mínimo a essas pobres pessoinhas.

4) Earth Tree for Michael: projeto que incentiva o reflorestamento, hoje sob a administração da ONG “The Magical Child”, que tem o apoio do MJTP para o plantio de árvores, inclusive na Floresta Amazônica peruana.
A ONG “Michael’s Angels” desenvolve dezenas de outros projetos, inclusive com idosos; são anjos cuidando de outros anjos.

Bethany – Charles Chaplin – Michael Jackson
O MJTP também está ativo no projeto da jovem inglesa Bethany, que trabalha para levantar fundos de apoio a uma casa de tratamento para crianças com doenças mentais, em Wetherby, West Yorkshire, nas Inglaterra, chamada Martin House.

Partners for the Planet:
The MJTP & A Million Trees for Michael


Duas ONGs de fãs de Michael se associam para incentivar todos os fãs do mundo a plantarem uma árvore em seus locais,
em nome de Michael Jackson.
Somando-se uma parceria com a American Forest, organização sem fins lucrativos, uma árvore será plantada a cada U$ 1,00 que for doado pelos fãs à causa.

ALGUNS MEMBROS DO MJTP
CONHECIDOS DO PÚBLICO




Pela ordem: Adam Lambert (cantor), 2 Cellos (dupla musical), Cris Judd (coreógrafo), Eddie Garcia (coreógrafo), Evan Ross (ator), Floyd Mayweather Jr. (campeão mundial de box),Jermaine Jackson (cantor, irmão de Michael), Macaulay Cuckin (ator), François Glorieux(pianista), Dionne Warwick (cantora), Judith Hills (vocalista do filme This Is It) e Diana Ross(cantora );
entre muitos outros.

Para saber mais sobre a MICHAEL JACKSON TRIBUTE PORTRAIT acesse:


O AMOR CANTA E DANÇA COMO NINGUÉM...


Fontes:
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