quinta-feira, 17 de novembro de 2016

O que é importante?

"Eu encontrei quem era realmente
Michael Jackson. 
E eu estava de coração partido.
Eu me senti enganada."


O projeto de pesquisa que começou há seis meses atrás me levou em alguns lugares interessantes e agradáveis, mas também levou-me para as regiões mais escuras que eu já encontrei. Essas regiões estão na psique humana. 

O projeto começou, após a partida de Michael, com um olhar superficial sobre a vida de um mega star. Tudo começou com um gesto de homenagem em retribuição à música e à dança que nos foram dados por um menino que a todos amava - Michael Jackson. 
Enquanto eu admirava seu trabalho, eu não poderia me chamar de fã e eu certamente não tenho os momentos importantes do meu passado associados com as músicas de Michael, embora seja assim que meus filhos se retratem em relação aos seus artistas favoritos. Fiquei triste por sua morte, porque é difícil perder um ícone, mas foi um evento singular e depois de conhecer alguns detalhes, naturalmente, eu segui em frente.

Até que eu fui ver o filme This Is It. Durante o filme, lançado após sua morte e sobre a turnê de retorno que ele estava planejando em Londres, algo aconteceu. Chame a isto de curiosidade, chame de encantamento, não importa, mas fui atraída de alguma forma para olhar mais de perto a vida deste homem e do seu trabalho. 

Observar este gênio me levou numa viagem que foi tão inesperada quanto improvável. Mas aqui estou neste momento, em uma encruzilhada no caminho, que se tornou a coisa mais importante para mim. Se você tivesse me dito que eu seria colocada frente a frente com o Dalai Lama para aprender sobre o amor no mundo, eu teria celebrado. Se você tivesse me dito que Sri Sri Ravi Shankar ou Ganga Ji se tornariam meus guias espirituais, eu teria ficado surpresa, mas satisfeita. Mas se você tivesse me disse que eu iria encontrar-me aos pés de alguém que usa meias que brilham e que fica na ponta dos pés em seus sapatos, eu teria sorrido e recusado. No entanto, tivesse você mencionado que o meu novo guia seria Michael Jackson, eu teria corrido pela minha vida! 

Mas aqui estou nesta viagem com Michael, tendo viajado alguns dos mais obscuros caminhos que a minha vida tem apresentado até agora. Tenho andado entre "inimigos" na Rússia como uma ativista e uma cidadã diplomata, estive na presença de armas de destruição em massa estocadas, trabalhando como ativista em busca do seu desmantelamento. 

Mas há um lugar ainda mais assustador e é tão eficaz e completo na sua destruição como qualquer arma química, e todos estamos sujeitos a ele. Michael Jackson trabalhou e cantou por toda sua vida para mudar o mundo, para curar o mundo para nossos filhos e torná-lo um lugar melhor. Mas ele era uma figura tão controversa e magnética que se inclinou em outras direções para realizar a paz no planeta. 

Sendo eu, uma ativista pela paz desde o tempo que me lembro, eu trabalhei pela autorredenção da humanidade, tendo reconhecido que os seres humanos haviam desenvolvido os meios para destruir o planeta inteiro. Mal sabia eu também que a realização de Michael já era exibida em seu corpo de trabalho com a sua versão resumida especialmente gritante, em seu hino Man in the Mirror.

Quando comecei a pesquisar o homem e sua música, eu descobri uma pessoa completamente diferente da pintada por nós, os jornalistas dos tabloides e outros do ramo. Demorou um pouco para escavar o passado sensacionalista, documentos judiciais e entrevistas, mas depois de raspar toda a escuridão, eu encontrei quem era realmente Michael Jackson. E eu estava de coração partido. Eu me senti enganada. 

Mas acima de tudo, fiquei arrasada porque eu, sem querer, tinha contribuído para ampliar o lado sombrio da humanidade neste planeta, por minha complacência e como ela acabou levando a vida de alguém. Com a minha ingenuidade e por não questionar ou pensar criticamente, eu também ajudei a privar o futuro de um gênio consumado, humanitário e um líder global. 

Eu nunca questionei o retrato que os tabloides pintavam de Michael ou o seu julgamento. As transcrições e as informações retratam um homem inocente que foi vítima de extorsão por parte de uma família que tinha um histórico de processos judiciais. A mídia não me disse isso. Sua inocência estava sendo comprovada ao longo do julgamento, mas não foi mostrada pela imprensa local. Eu não sei de quem eram os relatórios que eles estavam julgando, mas não eram sobre Michael. 

Descobrindo os danos e a total destruição exercida por uma indústria fora de controle, eu não podia permanecer complacente porque eu sou uma ministra com uma consciência e um ser humano com o desejo de ser mais uma solução do que um problema. Eu não podia mais ficar inclinada no ponto onde a sombra da humanidade perde seu brilho. 

O que é mais importante para mim agora, é que o meu trabalho como escritora foi caracterizado por uma organização de paz global e humanitária e muitos têm tomado conhecimento da ADM (armas de destruição em massa) desencadeada por uma indústria que teria a necessidade de olhar em seu próprio espelho, onde um não se importa com o outro, nem sente nenhuma obrigação em apresentar seu melhor lado à humanidade. 

Por causa do que me puxou para a pesquisa, fui premiada com o privilégio e a oportunidade de fazer uma diferença no mundo, para torná-lo um lugar melhor, contribuir para que as crianças percebam que serão elas quem construirão, no futuro, a versão melhorada deste mundo e sua humanidade. 

O projeto foi iniciado e o trabalho começou a desenvolver um currículo abrangente para educadores, chamado Violência e Palavras, que analisa violência que os seres humanos fazem uns aos outros quando eles usam palavras como armas, e da violência feita a uma pessoa e ao mundo quando um ser humano talentoso é alvo dos tabloides que visam o lucro. 
É uma arma mortal e um jogo mortal. Ela mata. Ela mata pessoas como Lady Diana e Michael Jackson, aqueles que são tesouros globais de humanitarismo. Ela pinta-os como caricaturas distorcidas e sensacionalistas, não quem realmente são. Ela mata o brilho dos seres humanos. Sim, isso significa nós, você e eu! Ela mata o brilho porque traz à tona o lado sombrio da natureza humana. E mata um ser humano iluminado que surgiu, porque os seres humanos generosos assumem um compromisso ousado de usar a sua fama para promover uma corrida mais humana e preparar o planeta para o futuro. Para você e para mim.

By Reverend B. Kaufmann
(escritora, educadora e ativista)

Créditos:
http://cartasparamichael.blogspot.com.br/2011/12/o-que-e-importante.html 

Fonte:
Reverend B. Kaufmann//www.innermichael.com/extraído do txt original 'what is important?'

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